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capítulo 1. experimentar sem errar  

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Você gosta de bicicleta? Quer pedalar? Quer sentir prazer? Quer evitar erros? Pois bem, esta página foi criada para evitar que você cometa besteiras tão comuns e que levam à frustração e ao abandono da bicicleta na garagem.

Um fato é real: há muito mais apreciadores de bicicletas do que o número de ciclistas que você vê circulando nas ruas. Então por que a maioria que experimenta pedalar larga a bicicleta? As razões para o fracasso são conhecidas e fáceis de entender.

Poderia ficar aqui contando histórias que se repetem com uma freqüência incrível, algumas quase tragicômicas.
É óbvio que, qualquer pessoa que passe por uma experiência ruim, chega à conclusão que bicicleta não é para ele ou que é uma porcaria. Cometer alguns erros é o caminho mais rápido para odiar bicicletas.
Não importa o que você vá começar ou experimentar: se fizer de maneira errada, provavelmente a experiência não lhe trará boas lembranças. Procure sempre fazer qualquer coisa da maneira mais correta possível. Para isso, informe-se em diversas fontes.

A melhor forma de experimentar a bicicleta:

  • conversar com várias pessoas que pedalam;

  • saber entender a sua posição: um principiante é um principiante, um ciclista experiente é um ciclista experiente;

  • conseguir emprestada uma bicicleta de boa qualidade, que esteja bem regulada e ajustada para o seu tamanho;

  • ter os pneus bem calibrados;

  • usar tênis que não escorregue no pedal;

  • pedalar somente alguns poucos quilômetros, não mais que uns 5 km, não mais que uns 20 minutos, na primeira experiência;

  • evitar subidas e principalmente descidas;

  • olhar para frente - evite ficar olhando para trás;

  • tomar cuidado nas esquinas e cruzamentos: aí acontecem 95% dos acidentes;

  • nunca pedalar na contra-mão: é a situação mais perigosa;

  • pedalar no trânsito assusta o iniciante, mas ninguém quer matá-lo;

  • sinalizar suas intenções com antecedência;

  • evitar movimentos bruscos;

  • frear suavemente e com antecedência;

  • não fazer o mesmo trajeto que você faria de carro; descubra o interior de seu bairro ou um outro local que seja calmo;

  • não pedalar em avenidas ou ruas muito movimentadas;

  • evitar parques cheios: são tão ou mais perigosos que pedalar na rua;

  • beber água;

  • não tentar acompanhar o ritmo de quem tem prática;

    Algumas histórias se repetem com freqüência, e aqui citamos só as duas mais comuns:
     

  • primeira história

     
    1. Bate aquela vontade de voltar a pedalar...
    Então converse com várias pessoas que pedalam há tempo.

    2. Uma bicicleta é comprada por impulso:
    Não compre uma bicicleta por impulso porque provavelmente você irá comprar errado. Peça emprestada uma de boa qualidade, correta para seu tamanho.

    3. Bicicleta muito barata:
    Bicicletas baratas são ruins e desestimulam qualquer ciclista, até os mais apaixonados.

    4. A bicicleta é montada rapidamente:
    Compre bicicleta em bicicletaria, já pronta, bem montada e ajustada.

    5. A bicicleta não é ajustada para o ciclista:
    Pedalar com uma bicicleta que não está corretamente ajustada para o ciclista causa dores e não funciona bem.

    6. Por uma questão de falta de prática, portanto de equilíbrio, o selim está mais baixo do que o ideal para que os pés possam apoiar-se completamente no chão:
    O que força o joelho e provoca dores nas costas.

    7. Para comemorar, a pedalada é longa:
    O que é um crime porque o sujeito não está acostumado.

    8. Pedalada realizada pelos mesmos trajetos que o ciclista faria, se estivesse dirigindo seu automóvel:
    Normalmente são os locais mais perigosos e menos recomendados para o uso da bicicleta. Pedalar em avenidas assusta qualquer um.

    9. Por falta de prática, o ciclista pedala o tempo todo sentado no selim:
    O que causará incomodo ou dores. Quero ver sentar amanhã!

    10. Depois de um certo tempo o iniciante pensa: bicicleta é bom, mas é incomodo e cansa muito! Eu não consigo.
    Qualquer atividade física sem prática cansa mesmo. Tudo é uma questão de adaptação.

    11. No final do dia vem o cansaço:
    O pior virá no dia seguinte: outras dores no corpo, algumas, de fato, bem intensas.
     

    segunda história

     
    1. Você, o iniciante, tem um amigo que pedala e quer fazer o mesmo:
    Ele tem prática com bicicleta e você não, mas muita gente não leva esta diferença em consideração.

    2. Pede ao seu amigo que o leve para um passeio:
    Mesmo que o ciclista seja cuidadoso, é muito provável que ele leve o iniciante para um passeio mais longo ou difícil, do que seria ideal para quem está sem prática.

    3. Uma bicicleta é emprestada de outra pessoa:
    Ela tem a mesma altura que o iniciante? O iniciante sairá com a bicicleta mais indicada? Ela estará ajustada para ele?

    4. O amigo experiente esquece que o iniciante está sem prática e pedala no ritmo em que ele está acostumado:
    O iniciante tenta acompanhar, mas é difícil! Tanto pela velocidade quanto pela falta de prática no contato com os outros veículos.

    5. Por sua vez, o iniciante não reclama para não fazer feio.
    Isso é muito comum, e é uma das principais razões para pensar que bicicleta não dá.

    6. O iniciante só reclama quando já não agüenta mais:
    No dia seguinte é que irá descobrir o tamanho da besteira que fez: é hora de pagar a conta com suas dores.
     

    capítulo 2: aprender a pedalar »
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